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DICAS PARA COMEÇAR NO INGLÊS EM CASA

DICAS PARA COMEÇAR NO INGLÊS EM CASA
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Em casa! Sempre em casa! Parece que 2020 veio para dar um tapa no bumbum do país inteiro e nos dizer: “Hei, tenha disciplina, administre o seu tempo, aprenda algo novo!” Mas é um ano que está sendo um pouco exigente demais, não? Afinal, estudar por conta própria em casa não era necessariamente a opção mais óbvia para todo mundo até o ano passado. E agora já precisamos ser craques? Oras…

Mas não se preocupe. Fique com a gente que vamos te contar como você pode mostrar para 2020 quem manda nessa casa!

Essas dicas foram pensadas para quem está começando a estudar inglês agora, mas você vai ver que elas podem ser úteis até para quem já é fluente. Então segue!

 

Fazendo a listinha

A falta de planejamento é um ingrediente comum das desistências, então não deixe isso acontecer com você. Uma listinha simples pode ajudar, como a seguinte:

– Quantidade de tempo que pretendo dedicar por dia e por semana: X horas

– Em que nível estou com o meu inglês: Do zero? Básico? Intermediário?

– O que eu mais quero poder fazer em inglês: entender filmes sem legenda, participar de reuniões online, escrever e-mails, viajar, ler romances… (escolha umas duas coisas).

– Temas que me interessam: ciência e tecnologia, economia e finanças, cinema e literatura, política internacional, culinária, história, política, moda e tendências… (escolha alguns).

Depois disso, é hora de explorar as possibilidades.

 

Preparando o terreno

Seguindo passo a passo a sua listinha-guia, é hora de se estruturar para os estudos.

– A ideia de tempo de dedicação é fundamental! Você só vai melhorar rápido se cumprir as suas metas de tempo. Leve isto a sério e os itens abaixo vão ter efeito!

– Não é difícil testar o seu inglês para entender onde você está com ele. Mesmo que você queira começar do zero, o teste pode abrir os seus olhos e ajudar a compreender o percurso que você tem pela frente. Você pode fazer isso por conta própria dando uma olhada no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. Ou então solicitar um teste na Beils, por exemplo. Sabendo em que nível você está, fica mais fácil saber qual é a gramática que você precisa dominar primeiro para seguir avançando.

– Quando definimos algumas prioridades para a nossa interação com o idioma, podemos nos direcionar melhor para atingi-las. No caso de quem não vê a hora de se dedicar inteiramente à performance dos atores sem ter que olhar as letrinhas na parte de baixo da tela, o ideal é priorizar materiais de vídeo e áudio. E para quem quer falar mais do que qualquer outra coisa, é interessante ver vídeos e áudios que contenham entrevistas, palestras, etc. Pense dessa forma também se quiser lidar com temas acadêmicos, ou para escrever e-mails, ler romances, etc. O tipo de material que você busca é o que acaba ficando mais fácil com o tempo.

– A questão dos temas é bastante atrelada ao item anterior. Se você gosta de ciência e tecnologia, há um monte de sites, canais do YouTube, documentários e publicações especializadas que você pode explorar. Priorizar esse conteúdo na forma de áudio e vídeo ou de texto fica ao gosto e aos objetivos de cada um. Mas procure incluir um pouco de tudo!

 

Mandando ver!

Quando você começar a trabalhar de fato, o ideal é que você já tenha selecionado uma boa quantidade de recursos. Há quem prefira definir o que vai estudar dentro de cada semana, separando os materiais com antecedência. É uma boa tática. O legal é diversificar e incluir tanto conteúdos mais escolares (como de gramática) quanto os que são relacionados aos seus interesses.

Não se preocupe tanto com a rigidez da forma que você encontrou para estudar. Se o seu objetivo for cumprir o número de horas que determinou, os outros fatores acabam encontrando um caminho natural na sua cabeça. Seja constante!

Por exemplo:

Se você está começando agora, só de seguir à risca os preceitos da listinha, você vai se dar conta que o começo tem muito mais descrições do que opiniões ou explicações. Ou seja, você vai entender que precisa aprender a falar de si, dos seus hábitos, do que faz. E dizer o que outras pessoas fazem e como são. E como é a sua casa, o seu país…

Assim, você pode ir se desafiando. Você poderia dizer o que costuma vestir e comer no café da manhã? Você saberia diferenciar em palavras a rainha da Inglaterra da Madonna? Que formato têm os objetos ao seu redor? De que cor eles são? Quantos anos tem o seu cachorro?

 

O mundão da prática

É sempre bom repetir: foque em cumprir as suas horas de estudo que as coisas vão se acertar. Mas o que a maioria quer fazer é testar o que está aprendendo, certo? E há muitas maneiras de fazer isso.

Sentir a sua evolução pode ser feito simplesmente assistindo um vídeo em inglês nativo sem legenda a cada semana, ou período similar. Temos que levar em conta que esses vídeos precisam ter alguma referência de dificuldade, pois se o da semana que vem for muito mais difícil do que o de hoje, fica bagunçado. Mas se você fizer isso com um vídeo diferente por semana retirado de uma mesma série de vídeos, o processo faz mais sentido.

Os vídeos do TedEd, por exemplo, costumam ter um estilo bastante parecido. Uma boa opção para essa prática.

Procure também encontrar maneiras de praticar o inglês em conversação – amigos, professores, websites e escolas são opções.

E como não podia faltar: para ficar craque no inglês sem sair de casa, você já sabe que pode contar com a Beils! 😊

Conecte-se com a gente! Leia mais matérias no nosso blog.

 

Você sabe qual o seu nível de inglês?

Venha testar o seu nível

de inglês

Nas habilidades seguintes:

Gramática e vocabulário

Compreensão de textos

Compreensão auditiva