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APRENDER INGLÊS É SAIR DA ZONA DE CONFORTO

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A zona de conforto é um termo comum hoje em dia. Mas nem todo mundo realmente entende o que ele significa. E isso se deve ao fato de que esse significado é muito pessoal. Não são todas as pessoas que veem a zona de conforto como algo negativo ou positivo. Mas parece haver algum consenso num detalhe: é um momento da vida em que as coisas parecem seguras demais para serem mudadas. E, no caso de aprender inglês, ela é um problemão – pois adquirir novos hábitos está no cerne da aquisição de outros idiomas.

A zona de conforto e a língua inglesa

Em relação ao inglês (e imaginamos que para muitas outras coisas também), a zona de conforto parece se dividir em dois grandes campos: o interno e o externo. 
O lado interno é aquele que diz respeito à maneira como a nossa vida está estruturada. Conforme atingimos certos objetivos na vida, mantê-los às vezes parece mais prioritário do que elevá-los. É o caso de um profissional com um salário digno, uma vida estável, que acaba preferindo evitar os riscos envolvidos com as novas guinadas que o mundo pode oferecer. A pessoa pode muito bem nem mais vislumbrar novos horizontes. E, de repente, uma habilidade tão fundamental como ter um bom nível em inglês parece distante. Ainda que a pessoa saiba o quão importante essa habilidade pode ser. 
E o lado externo é o da inevitável comparação com o outros. Se toda a turma tem uma média de 7, a minha própria nota 7 não me parece de nada ruim. Afinal, estou na média. Mas estar na média é um perigo. No Brasil, por exemplo, sabemos que apenas cerca de 3% da população têm fluência em inglês. Imagine o estrago pessoal (e também para o país) que um comodismo saído dessa estatística poderá ter a longo prazo.
Independentemente de qual lado pesa mais para você, a zona de conforto leva ao marasmo. E, pelo menos em nossa opinião, a vida é curta demais para que deixemos de explorar o nosso potencial. Como mudar isso para aprender inglês de uma vez por todas, e sem grandes traumas?

Virando a mesa

Perceba o tamanho da questão: você é uma pessoa adulta, está em constante aprendizado, e você fala português desde que se entende por gente. A sua vida inteira foi em português, assim como a vida inteira de um norte-americano foi em inglês. E agora você precisa saber inglês tão bem a ponto de poder travar um diálogo complexo e eficiente com esse cara? Pois é… 
Mas nenhuma montanha pode ser escalada sem que se dê o primeiro passo. Neste caso, esse primeiro passo é um passo mesmo, e não um salto. Você pode, por exemplo, começar a acompanhar o noticiário em língua inglesa, ainda que entenda pouco. Imagine o quanto você vai aprender se conseguir decodificar uma reportagem por dia! Da mesma forma, você pode alterar seus aplicativos de redes sociais para que estejam configurados em inglês. Pode também colocar as legendas da sua série favorita em inglês (ouvir e ler ao mesmo tempo). 
O ponto aqui é se aproximar naturalmente da língua inglesa. Deixá-la entrar pelos seus ouvidos e pelos seus olhos. Torná-la tão natural para você que ela passe a ser uma amiga corriqueira. Algo inofensivo e habitual. E aí, assim que você se sentir que o inglês está se integrando à temida zona de conforto, é hora de levar adiante um plano mais ambicioso.

Avançando os novos hábitos

Uma das razões por que muitos estudantes de inglês abandonam seus cursos nos primeiros estágios é justamente o tamanho da mudança a que isso obriga. Por isso, talvez seja uma boa ideia você se matricular apenas depois de fazer o que sugerimos no item anterior. Você também pode querer participar de grupos de conversas, viajar sozinho para um país de língua inglesa, ler literatura em inglês e tirar as legendas dos vídeos. 
Pode ser um pouco cansativo, a princípio, mas a verdade é que se estiver fácil é porque não está funcionando muito bem. E por causa dela, a zona de conforto!
O fundamental é você entender que está em uma curva de crescimento. É como ir à academia: uma hora os músculos já não doem mais tanto após os exercícios.
Ainda neste ponto, um estudante que já se habitou a atuar fora de sua zona de conforto não apenas segue o curso e ponto final. Ele toma as rédeas de seu aprendizado. Ele pesquisa por conta própria os conteúdos gramaticais, busca por informações adicionais, em inglês e os temas do seu interesse, e assim começa realmente a voar! 
Como não poderia deixar de ser, uma das pesquisas que ele fará será justamente em qual escola estudar.

Ajuda profissional

Há muitos tipos de escolas, com muitos métodos distintos. Há quem faça aulas online, com professor particular e, inclusive, há os autodidatas. Todas essas opções têm chances de sucesso, mas nenhuma delas vai milagrosamente aderir à sua zona de conforto. 
Logo, que tal uma escola que te convide a propor tópicos, a ser ativo em debates, a estudar com um bom material no seu tempo livre e a marcar aulas de acordo com a sua disponibilidade? E, melhor ainda, que te permita fazer uma aula na terça, outra no sábado, e outra na quarta seguinte, como julgar conveniente? E a cereja do bolo: a preços muito acessíveis para todos os bolsos?! 
Pois a Beils tem tudo isso! Saia da sua zoa de conforto sem traumas. Venha empoderar o seu inglês na Beils! Acesse o nosso Instagram para

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